Eu sei que eu já fiz essa tentativa antes e acabei não seguindo adiante, mas juro que desta vez é for real!
Estarei abrindo vaga para dois queridos, que irão assumir algumas
colunas fixas do blog. São elas: Lançamentos Literários, Noticias e
Eventos.
Sempre relutei na ideia de pegar colaboradores, porque na verdade não
queria que o Lost perdesse a identidade - que é a minha identidade na
realidade, mas depois de muito pensar decidi pegar uma ajudinha extra
para essas postagens que não envolvem o meu jeito sexy/divertido e phyno
de escrever ( my wish! huauah). Então galere, não fiquem preocupados, o
Lost continuará sendo o Lost, as resenhas e colunas especiais -e
pessoais- continuaram, a principio, sob o meu comando (contanto com as participações especiais da Bruna e da Denise), mas preciso e quero
muito de companheiros para atualizar essas colunas mais jornalísticas.
A principio a colaboração será para essas colunas, mas nada impede de que se der certo as coisas evoluam a partir daí, tanto para resenhas quanto para outras colunas.
Quer fazer parte? Mande um email para julianna@lostinchicklit.com.br
com um textinho falando de você, do que você gosta de ler e porque quer
ser colaborador do Lost. Qualquer duvida é só mandar pro mesmo email.
Vou finalizar a seleção no final do mês, okie dokie?
Lembrete: Nessas colunas, devido a utilização de grande quantidade de imagens pode necessitar de conhecimentos básicos em photoshop e/ou similares.
Sabe aquela máxima de que “o livro sempre é melhor”? Aqui ela continua sem dúvidas a ser verdadeira, mas o que acontece é que geralmente (ou talvez seja só eu, mas vai saber) preferimos ler a obra pra depois ver a sua representação cinematográfica. O que aqui nesse caso, sou obrigada a dizer que é preferível ver o filme primeiro. Por quê? Já vou explicar então isso aqui vai virar uma resenha-critica-minha-opinião-publica das duas representações da historia.
Vi que o filme “O lado bom da vida” (silver linings playbook) ia estrear em breve (isso lá em janeiro) e fiquei animada, pois amo a Jennifer Lawrence e pelamordedeus acho o Bradley Cooper um maravilhoso. Dai logo descubro que é baseado em um livro. Já fico cheia das minhas paranoias de PRECISO LER ANTES DE VER, mas acabou não acontecendo. Eu estava na casa de uma amiga, e ela queria ver esse filme também, eis que deixei de lado as minhas manias e fomos ao cinema.
A premissa do filme (que é a mesma do livro) é muito interessante. Pat (Cooper) acabou de sair de uma clinica psiquiátrica, e não sabemos no inicio o que o levou para lá pra começo de conversa e aos poucos vamos descobrindo que nem ele lembra com exatidão os fatos ocorridos, ele acha que ficou no “lugar ruim”, como ele chama a clinica, menos tempo que realmente ficou o que é um indicio de que o trauma foi grande. Tudo que importa pra ele agora é ficar em forma e reencontrar a sua amada esposa Nikki, que por algum motivo todos insistem em dizer que não podem se encontrar.
Passamos a seguir o dia a dia da recuperação de Pat, que agora mora na casa de seus pais, para a alegria de sua mãe e desagrado de seu pai. Ele deseja retomar sua vida de onde parou, antes de ir para o lugar ruim, e passar por cima de todos os seus problemas, mas como podemos ver não é nada fácil.
Em uma de suas corridas diárias, ele encontra um velho amigo que o convida para jantar em sua casa. Lá chegando descobre que não foi o único convidado e conhece Tiffany (Lawrence), a cunhada do seu amigo. Ela parece um tanto perturbada, e depois do jantar pede pra Pat acompanha-la ate em casa. Tiffany quer continuar vendo Pat, mas ele não tem o menor interesse, e ela fica um tanto obcecada, e continua a segui-lo todos os dias em sua corrida. Já cansado dessa situação ele conversa com seu psiquiatra que o aconselha a dar uma chance para essa nova amiga.
É difícil falar da história desse filme/livro sem falar de mais, mas passando por pontos interessantes. Como é o cotidiano do personagem que presenciamos, muita coisa acontece. E é aí que está a grande diferença do livro para o filme: o modo como isso é mostrado. No livro temos todo o sentimento de Pat passado pra nós, sua confusão mental, seus desejos e paranoias. Vemos claramente a dificuldade que é retomar as amizades, até mesmo com seus parentes e criar novos amigos. No filme como não temos acesso direto aos pensamentos dele e fica um pouco vago, apesar das atuações estarem primorosas. O filme fica meio jogado, e não empolga tanto (ps: minha amiga dormiu no cinema).
Por isso aconselho a ver o filme e depois ler o livro. Sim você vai saber e entender a história completa vendo o filme, mas não vai ter a experiência emocional que é acompanhar Pat pela leitura. Eu li em 2 dias, apenas porque tinha muitas coisas pra fazer, mas como o livro é curto (254 páginas) dá pra ler em um dia se você tiver tempo.
É daquelas historias que te prendem, e você quer saber o que vai acontecer a seguir.
pS: Pat e sua família torcem pelo o time de futebol americano Eagles, e eles são um tanto fanáticos. A paixão pelo time faz bastante parte do livro, e influencia nos vários relacionamentos de Pat. O meu favorito, entre ele e seu terapeuta Cliff.
GO EAGLES!
Filme: 3 estrelas
Livro: 5 estrelas e favorito.
Recomendo: pra quem gosta de temáticas mais psicológicas. “sick lit”~
Em especial pras meninas do clube do livro que curtem futebol americano e pra Denise (mybookis) que é psicóloga
O título dessa postagem deveria ser "4 Maneiras de organizar suas leituras: regras que eu não sigo mas deveria", por questões de credibilidade decidi editá-lo.
Como parte das minhas metas para botar essa bodega para quebrar novamente, decidi não apenas organizar minha estante ( como vocês podem abaixo, ela está precisando), mas toda a minha vida literária.
Apesar de ter 600 e bolinhas livros apertados em 4 estantes que orgulhosamente adornam minha sala (exceto quando está bagunçada, tipo, SEMPRE) nestes ultimos 7 meses só li 2 livros no formato físico.
Sempre fui radical em relação ao meu amor incondicional pelo livro em papel. Adoro seu cheiro, seu formato, seu papel decorativo e histórico. Basta pegar aquele livro especial na mão que surgem varias memorias: os lugares que ele viajou, onde você leu aquela cena especial e até aquele momento desesperador em que você derramou Tarê (aquele molho doce japonês) nas páginas do coitadinho #truehistory.
Mas tenho que admitir, a praticidade do ebook me fisgou! E eu nem mesmo tenho um e-reader. Leio bem feliz no iphone, usando o aplicativo da Kindle. Eu não deixei de comprar livros físicos, pelo contrario, as vezes acabo comprando o mesmo livro duas vezes. Sem contar que é possivel encontrar milhares de livros em e-book grátis pela internet a fora (lembrando sempre dos direitos autorais). A praticidade de ter um livro (ou milhares) em mãos é inegavel, o que me leva a primeira dica (e possivelmente a unica que eu sigo):
# Sempre leve um livro com você, aonde quer que você for.
Seja ele e-book ou físico. Seja uma viagem pro outro lado do mundo ou para o trono mais próximo. Você nunca sabe quando terá um tempinho para ler. Apesar da correria da vida, eu tenho lido em média de 3 à 4 livros por semana apenas lendo nos pequenos intervalos da rotina caótica. Eu leio no ônibus, enquanto almoço, na fila do mercado, andando (não aconselho). Você vai ler mais e se divertir mais.
# Não gostou, não vai ler: desapegue!
Falta de espaço é uma questão séria da modernidade. Os quartos de hoje em dia tem tamanho de guarda-roupa (o meu), as cozinhas são corredores (a minha) e a gente acumula tralha pra caramba porque é consumista, e isso não deixa de se estender aos livros. Livro no Brasil continua caro, mas é inegável que o seu mercado cresceu (e muito), e com isso nosso consumismo literário também. Eu tenho 6 versões de Orgulho & Preconceito (bem Mel Gibson em Teoria da Conspiração) e não consigo me desapegar de nenhuma.
Tenho outras dezenas de livros que não tenho a mínima vontade de ler num futuro próximo, mas que ocupam o espaço na minha estante, impedindo um consumismo pensante (digo comprar livros que realmente mereçam estar na minha estante). Dê os livros de presente, doe para uma biblioteca, troque no skoob, ou caso esteja duro, procure um serviço de anúncios de classificados grátis na internet e passe seus livros usados "no cobre". Ele pode não ter utilidade para você, mas pode ser o tesouro de outro.
# Faça listas como quem faz lista de supermercado.
Liste os livros que você quer ler primeiro, quais deseja comprar e quais precisa resenhar ( essa parte é para mim). Isso te ajuda a ter metas e a cumpri-las ( ou morrer tentando). Mas faça listas realistas, isso não é sua bucket list, você não precisa listar os livros que vai ler com 80 anos. Faça listas a curto prazo e as atualize quando necessario.
# Organize seus livros
Momento raro da estante arrumada
Eu não conheço ninguém que goste de livros que não goste de arrumar sua estante. Se você é um deles, por favor não se apresente. Ao arrumar sua estante você vai ter uma noção mais abrangente do que quer ler, vai lembrar daquele livro que você comprou faz meses e que estava doida pra ler mas acabou esquecendo, lembrar daquele livro que você emprestou e o amigo danado não devolveu, e ainda vai te ajudar a fazer a seleção do desapego.
E você, tem alguma dica para organizar o seu mundo literário? Deixe suas dicas nos comentários! =)
Todo mundo me pergunta porque parei de postar no Lost, e normalmente dou uma resposta padrão - e verdadeira- de que meu trabalho está consumindo minha vida ( e que eu odeio by the wat) e que me falta tempo. Sempre falo isso com uma tristeza no coração, porque por mais que seja real, existem vários outros motivos que resultaram na minha falta de motivação dos últimos dois anos e meio ( sim o tempo voou e já se passou todo esse tempo desde que eu estava feliz fazendo o que amava da vida).
Diariamente tento afastar a culpa que me assombra por eu ter deixado 90% dos meus sonhos de lado, mas ontem, depois do evento da Paula Pimenta, esse sentimento quase se tornou insuportável, e por isso vim aqui compartilhar meus dramas.
Estávamos sentadas jantando com a Paula após o evento e eu realizei que fazia mais de um ano que eu não entrava no twitter direito, e que por isso tinha perdido totalmente o contato com a Pam do Garota It, uma amiga que nos tempos de ativa falava o tempo todo via twitter e gtalk todo dia. Me senti culpada porque nem sabia que finalmente depois de tanto tempo ela viria para um evento em Floripa.
Me senti mais culpada ainda quando a Paula Pimenta me fez a mesma pergunta que tantos me fazem "Ju e o Lost?".
Minha resposta não foi a padrão, mas mesmo assim ñ chegou nem perto de refletir toda a verdade da situação. Fiquei tão chateada comigo mesma que ñ consigo pensar em mais nada desde então, muito menos decidir o que fazer daqui pra frente para mudar tudo isso que me incomoda pra caramba.
Por isso, resolvi compartilhar com vocês tudo que passa pela minha cabeça, para quem sabe vocês me ajudem...
Tudo começou com a minha separação, como eu já contei aqui algumas vezes. Meu relacionamento não terminou de uma maneira legal e mexeu bastante com a minha vida. Na verdade meu ex nunca me apoiou em nada, principalmente em relação ao blog, eu me acomodei numa relação ruim porque me sentia feliz em outros quesitos da minha vida, e o lost era grande parte do motivo. Quando tudo acabou, minha cabeça estava tão embaralhada com as perspectivas da minha nova vida iminente que eu fiz exatamente o que ele sempre quis: deixei o blog de lado ( olha que demorei pra perceber isso, e ainda tenho que agradecer a grande amiga que me abriu os olhos). Na época eu não não conseguia me concentrar e achava que isso iria passar rápido, assim que tudo entrasse nos eixos voltaria com a rotina do blog.
Nesse meio tempo consegui um emprego em tempo integral para pagar as contas que até então eram partilhadas. 8 - 10- 12-14 horas de trabalho por dia limitaram bastante o tempo que eu podia destinar ao blog. E por mais que eu quisesse não consegui entrar no ritmo. Para piorar/melhorar eu passei a ter uma vida social até então inexistente. Encontrei as melhores amigas que o mundo dos livros poderia encontrar nesse pedacinho de terra perdido no mar chamado Floripa. Além do Floripa Book Club não posso contar nos dedos quantas pessoas maravilhosas entraram na minha vida quando comecei a viver realmente pela primeira vez em anos.
Tudo isso aliado aos desgostos da vida de blogueira que depois de tanto tempo começaram a me incomodar. Fofocas entre blogs, picuinhas, competição, inveja e bafões com ou sem autores nacionais são bastante normais na blogosfera. E apesar de eu tentar nunca me envolver diretamente nesse tipo de coisa, as vezes respingos acabam caindo em você ( ou aterrissando no seu colo como
uma bomba). Se me perguntarem se algo especifico me deixou desgostosa em relação ao nosso mundinho virtual literário eu não saberia dizer, mas depois de tanto tempo coisinhas pequenas desgastaram minha relação de amor com a blogosfera literária, sabe?
Refleti pra caramba hoje, e realizei que sinto muita falta disso tudo aqui, mas que provavelmente terei uma abordagem bem diferente em relação a minha rotina virtual. Quero muito voltar a resenhar o que gosto, mas quero fazer tudo com calma, sem pressão. Sem me estressar com politicagem e sem tentar dar passos maior do que as pernas ( e isso vale pra tudo, quantidade de livros, parcerias, numero de postagens, comentários e blá blá blá). Os frutos colhidos podem demorar a amadurecer, mas com certeza serão mais gratificantes #filosófica.
Quero, acima de tudo, poder dizer que voltei a me divertir ao blogar. Será que eu consigo?
Vou encerrar com coisas boas ( as fotos lindas do evento de ontem) e quotando um dos meu filmes favoritos.
" I don't really want an answer. I just want to send this cosmic question out into the void. So good night, dear void. -Mensagem para você”
Eu sempre deixo pra postar os banners de eventos literários de Floripa em cima da hora, com boas intenções eu juro, pois acredito que se postar com muita antecendencia a galera acaba esquecendo.
Mas dessa vez exagerei, não programei meu fim de semana e acabei esquecendo de compartilhar o evento lindão da Paula Pimenta amanha no Continente Park Shopping ( apesar de ter pedido pra sair mais cedo do trabalho pra poder ir há mais de uma semana)
Então, todos estão convocados! Encontro vocês as 18:30 =)
Quem me acompanha no Facebook já deve saber que agora estou no comando da seção #PraLer do super ultra mega cool SOS Solteiro.
Não fiquem preocupados, o Lost não será deixado (mais) de lado. Pensem que o SOS é uma brisa para minha empolgação em voltar a escrever sobre livros, de uma maneira bem diferente da abordagem que tenho aqui no Lost, mas com aquele meu humor de sempre.
Um livro, duas resenhas (por duas loucas). Coluna aleatória em dupla. Em que compartilho minhas loucuras literárias com minha amiga e colaboradora Denise Ayres.
Esse video está a mais de 6 meses esperando para ser postado, porque esta que vos fala continua procrastinando (apesar da resolução de ano novo renovada nas postagens anteriores). A Denise já cansou de brigar comigo, eu ja cansei de brigar comigo, e provavelmente eu ja decepcionei todos os meus santos leitores que continuam perseverando em acompanhar o Lost. Big news: eu ainda amo vocês, mas a vida tá uma droga ( exceto pelas minhas tão esperadas ferias em maio /chegalogoseulindo), o trabalho me esgota, a academia (outra resolução, que estou tentado seguir pelo menos) esgota o restinho do que não foi esgotado e eu sou literalmente uma mulher a beira do colapso do cansaço. Dois anos sem férias fazem isso com a pessoa.
Continuo lendo, e tenho milhões de livros maravilhosos pra indicar, mas cade a vontade de sentar pra por a cabeça pra funcionar (e escrever)? Tudo que a danada quer é chegar em casa e vegetar na frente da tv até capotar (normalmente 5 min depois).
Por isso estou aqui numa sexta-feira, em que preferia estar bebendo mas que não estou porque perdi meu cartão de credito (aka 10 dias utéis de prisão domiciliar), tentando colocar isso em dia. Não vou prometer postagens diárias, porque até maio a vida tá dura, mas hoje, só para variar, bora lá tirar o atraso com mais um video/mico ?
Toda Sua Silvia Day
Editora: Paralela
Páginas: 280
ISBN: 9788565530118
Sinopse Oficial (porque eu estou sem saco de resumir )
Gideon Cross entrou na minha vida como um relâmpago na escuridão... Ele era inteligente, bem-sucedido, rico e muito lindo. Fiquei obcecada por ele como nunca tinha ficado por ninguém, por nada. Ansiava por seu toque como uma droga, mesmo sabendo que aquilo acabaria me destruindo. Eu tinha meus problemas, e ele fez com que viessem à tona muito facilmente. Gideon sabia. Ele também tinha seus problemas. E nós acabaríamos sendo o espelho que refletia os traumas - e os desejos - mais secretos do outro. Seu amor me transformou, e eu rezava para que nosso passado não nos separasse...
Comentários
♥Julianna Steffens :
Sinceridade? Só consigo lembrar que achei o Gideon pra lá de creepy, e que as cenas de sexo em português me deixaram a beira de um ataque de vergonha alheia. Porque serio, só da pra aguentar uma quantidade de frases a lá cantada de pedreiro no mesmo livro. Por isso, peço que levem em consideração os comentários da Denise que foram escritos na época (além do meu falatório do video).
♥Denise Ayres :
Tive algumas dificuldades na leitura de 'Toda sua'.
Senti uma pressa no desenvolvimento da história que nos fez perder o crescimento do envolvimento amoroso dos personagens.
Eva não é carismática, é uma personagem problemática que possui um sério problema de auto-estima.
Gideon me assustou profundamente com seu comportamento, a meu ver, psicopata.
Na realidade, ele foi o maior problema na história toda.
É rico, bonito, desejado por todas, com um histórico de violência a ser descoberto, mas nada justifica suas ações.
Ele manipula Eve, persegue, investiga seu passado, seu presente e já estabelece um futuro para ela.
Tem
um determinado momento que ela percebe que ele recriou um quarto
idêntico ao dela na casa dele, com o intuito de ela 'num momento de
stress' recorrer a essa zona de conforto ao invés de correr pela rua.
Isso me arrepiou todos os pelos do corpo e o tratamento a tudo isso como 'tão romântico' só transforma em mais loucura ainda.
Me
causou um desgaste muito grande ver que a autora não justifica tudo
isso como loucura, mas como atos românticos, ela não faz ponte entre as
psicopatologias cabíveis aos personagens e seus comportamentos.
Aliás,
os traumas de Eve não me convenceram em suas respostas comportamentais e
como não temos ainda acesso ao passado nebuloso de Gideon os dele
ficaram no ar.
Tinha alta expectativa em relação a esse livro, até
porque a sinopse me chamou muito a atenção, mas acabei a leitura um
tanto frustrada.
Me diverti, vou ler a sequência, mas ficou muito aquém do que eu esperava.
A explícita tentativa em 'pegar carona' no sucesso 50 tons de cinza também me incomodou.
A
autora poderia ter investido mais em sua história (que tinha elementos
bons) ao invés de buscar semelhanças com a sua colega E. L. James.
No dia 20 de abril de 2010 eu fiz a resenha aqui de "The Day I Shot Cupid", o primeiro livro da atriz Jennifer Love Hewitt ( Eu sei o que vocês fizeram no verão passado, Ghost Whisper, etc e tals), e vocês adoraram!
Depois de tanto tempo recebo uma noticia super legal: O livro vai ser lançado aqui no Brasil!